Brasil - Santos - 30/7/2010
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Giana Viscardi
 
A cantora e compositora paulistana, da nova safra da MPB, faz show imperdível sábado, 31/7, no Teatro do Sesc Santos.

 

Apesar da 'tenra' idade, 31 anos, Giana já tem uma carreira internacional consistente e diversificada, marcada por apresentações em Boston, Nova York, Munique, Viena, Tóquio, Bangkok.

 

Depois de se revelar no álbum "Tinge", lançou recentemente o seu segundo CD independente, o 4 3 2 1, recebido com entusiasmo por músicos como Chico César e Arnaldo Antunes. Nelson Motta que não poupou elogios às canções compostas por Giana e seu parceiro, o violonista austríaco Michael Ruzitschka.

 

“Entre os novos compositores que estão trabalhando uma nova MPB uma das melhores revelações é a dupla formada pela paulista Giana Viscardi e o austríaco Michael Ruzitschka, que se conheceram na Berklee School of Music e produziram o disco 4321, que tem pelo menos 4 ou 5 ótimas músicas, o que é sensacional, raríssimo em novos compositores. Jazz, pop e música brasileira de primeira com o excelente guitarrista Michael Ruzitschka e o charme e a bossa da cantora Giana Viscardi”.

 

O novo trabalho

 

Inspirado na mais rica tradição da MPB, o trabalho é recheado de influências jazzísticas e mostra canções essencialmente acústicas. Com exceção de “Vem Morena”, clássico de Luiz Gonzaga, todas as faixas são assinadas por ela. Além de "Deslumbrada Lua", que Giana compôs com o cantor e compositor Chico César, o repertório inclui oito canções em parceria com o violinista austríaco Michael Ruzitschka, produtor musical do trabalho.

 

O CD ganhou nova versão e foi lançado no Japão pelo selo Rambling Records, com três faixas bonus – a inédita “Sabores” de Giana e Michael, uma versão em espanhol, remixada, de “Colorida” e um remix eletrônico da canção que dá nome ao disco, “4 3 2 1”.
 
Clique aqui para ver Giana ao lado de Roberto Menescal e João Donato.
Clique aqui para ver Giana cantando Nelson Cavaquinho.

 

Horário: 21h.

Ingressos: de R$ 7,50 a R$ 30,00.

Indicação etária: 16 anos.

 

Sesc Santos – Rua Conselheiro Ribas, 136.

Informações – tel (13)3278-9800.

 
 
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Jair Rodrigues

 

O cantor volta a Santos e se apresenta quinta, 12/8, no Teatro Coliseu de Santos. O show comemora os 50 anos de carreira de Jair e terá canções conhecidas do grande público como Disparada, Majestade o Sabiá, Deixa isso para lá, Tristeza, Boi da Cara Preta.

 

Nascido Jair Rodrigues de Oliveira em Igarapava, em 6 de fevereiro de 1939) o cantor é pai de Luciana Mello e Jair Oliveira, e ficou conhecido no país inteiro quando fez uma dupla com Elis Regina nos anos 60.

 

Foi criado em Nova Europa, cidade do interior de São Paulo, onde morou até 1954; depois se mudou com a família para São Carlos, onde pode começar sua carreira musical, pois a cidade possuia a melhor vida noturna de toda a região.

 

Sua carreira musical começou quando foi crooner no meio dos anos 50 no interior de São Paulo, na cidade de São Carlos, lá chegando em 1954 e participando da noite sãocarlense que era intensa na época, também com participações na Rádio São Carlos como calouro e com apresentações, vivendo intensamente em São Carlos, até o fim da década. No início da década seguinte foi tentar o sucesso na capital do Estado, e obteve-o participando de programas de calouros na televisão.

 

Elis Regina e Jair Rodrigues fizeram muito sucesso com sua parceria no programa O Fino da Bossa, programa da TV Record, em 1965.

 

Em 1966, Jair participou do festival daquele ano com a música Disparada, de Geraldo Vandré e Théo de Barros, desta vez em conjunto com o Quarteto Novo. Conhecido por cantar sambas, Jair surpreendeu o público com uma linda interpretação da canção. Disparada e Banda, de Chico Buarque e interpretada por Nara Leão, eram favoritas. O festival acabou empatado.

 

A partir daquele momento, sua carreira decolou e seu talento assegurou décadas de sucesso ao cantor. Jair lançou um álbum por ano e interpretou sucessos como O Menino da Porteira, Boi da Cara Preta e Majestade o Sabiá. Realizou turnês pela Europa, Estados Unidos e Japão. Em 1971, gravou o samba-enredo Festa para um Rei Negro, da Acadêmicos do Salgueiro, do Rio de Janeiro.

 

Nas décadas seguintes, sua produção diminuiu de volume, entretanto o agitado Jair Rodrigues continua conhecido por sua grande energia e sua alegria contagiante.

 

Horário: 21h.

 
Teatro Coliseu – Rua Amador Bueno, 237 – Centro.

Informações – tel (13) 4062-0016.

 
 
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Os 100 anos de Ataulfo Alves

 

Anote na agenda: quarta, 25/8, o Teatro Coliseu de Santos apresenta espetáculo em homenagem ao centenário do músico 'Ataulfo Alves'.

 
O show - que estava programado para 28 de julho - marca o lançamento do CD em homenagem ao compositor de' Ai que saudades da Amélia', em parceria com Mário Lago. Participam do espetáculo seu filho, Ataulfo Alves Jr., e as cantoras Milena, Zezé Motta e Maria Alcina.

 

Quem

 

Pra quem nunca ouvir falar de Ataulfo Alves, uma breve sinopse. Nascido numa fazenda mineira em maio de 1909, filho de pai violeiro, foi para o Rio de Janeiro por acaso, onde trabalhou, entre outras coisas, como farmacêutico.

 

No fim dos anos 20 passou a se envolver com blocos de carnaval e artistas de rádio. Logo em seguida teve sambas gravados por Almirante ("Sexta-feira") e Carmen Miranda ("Tempo Perdido"), o que lhe assegurou o sucesso.

 

Compunha sambas-canção e marchas de carnaval para os maiores cantores do Brasil, como Carlos Galhardo ("Quanta Tristeza", com André Filho), Silvio Caldas ("Saudade Dela") e Orlando Silva ("Errei, Erramos"). Em 1941 estreou como intérprete na gravação de "Leva, Meu Samba" e "Alegria na Casa de Pobre" (com Abel Neto).

 

No ano seguinte gravou "Ai, que Saudades da Amélia" (com Mário Lago), um de seus maiores sucessos, ao lado de "Na Cadência do Samba", "Laranja Madura", "Fim de Comédia", "Vai, Mas Vai Mesmo" e "Mulata Assanhada". Em 1961 foi para a Europa, numa turnê de divulgação da música brasileira, e em 1966 representou o Brasil no I Festival de Arte Negra em Dacar, Senegal.

 

Em abril de 1969, faleceu em decorrência do agravamento de uma úlcera, após uma intervenção cirúrgica, no Rio de Janeiro, poucos dias antes de completar 60 anos de idade.
 
Clique aqui para ver uma perfomance histórica de Ataulfo na TV Record.

 

Horário: 20h.

Ingressos: variam de R$ 50,00 a R$ 70,00.

Não recomendado para menores e 14 anos.

 

Teatro Coliseu – Rua Amador Bueno, 237 – Centro.

Informações – tel (13) 4062-0016.

 

  
  
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Torto Bar 

 

O músico Julinho Bittencourt, colunista da Trupe, volta a se apresentar aos sábados, no Torto Bar, em Santos, ao lado do percussionista Michel Pereira e convidados.
 
No repertório, bem alegre e variado, música brasileira de várias épocas e tendências que vão desde Rita Lee, Mutantes, Caetano Veloso, Gilberto Gil até Tom Jobim, Jorge Ben Jor, Chico Buarque entre muitos outros.

 

O cantor, que estava ausente da cidade já há vários anos, é um dos fundadores do Torto, tradicional bar com música ao vivo que fica no canal 4 esquina com a praia desde o começo da década de oitenta. Para Julinho, várias coisas na cidade têm mudado muito rapidamente e para melhor, mas algo da sua essência permanece e o Torto é parte disso. “A magia do bar com a sua música diferente e o seu público vibrante são coisas que fazem a gente se sentir novamente em casa”, disse.

 

Julinho e Michel recebem sempre convidados músicos que passam por lá pra dar a tradicional “canja”. De acordo com Michel, músico e atual proprietário do Torto, é um hábito do bar abrir as portas e o palco para amigos instrumentistas que estão de passagem. “Este é um jeito saudável que o Torto preserva desde a sua fundação, há vinte cinco anos”, comemora.

 

 

Horário: a partir das 23h.

Ingressos: até meia-noite R$ 15,00 (consumação); depois R$ 10,00 (com desconto).

 

Torto Bar – Avenida Siqueira Campos – canal 4 esquina com a praia.

 

  
 
 

 

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